Saúde

Belo Horizonte e outras 11 capitais brasileiras apresentaram tendência de alta no número de casos da Covid-19

Belo Horizonte e outras 11 capitais brasileiras apresentaram tendência de alta no número de casos da Covid-19

Belo Horizonte e outras 11 capitais brasileiras apresentaram tendência de alta no número de casos da Covid-19. De acordo com avaliação da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a tendência de aumento nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) serve como termômetro para monitorar a alta semanal do novo coronavírus.

O boletim mais recente da Fiocruz, que avalia dados do dia 15 ao dia 21 de novembro, indica que há uma tendência nacional de aumento de casos no Brasil. Ainda assim, em publicação dessa sexta-feira (27), a fundação afirma ser necessário mais monitoramento antes de cravar que o país passa por uma segunda onda da pandemia. 

Em Belo Horizonte, a tendência é de estabilidade nas próximas três semanas, mas a chance de crescimento de ocorrências de SRAG é maior que 95%, considerando o longo prazo, de seis semanas. Os outros municípios com tendência tão forte são Campo Grande (MS), Maceió (AL), e Salvador (BA).

Curitiba (PR), Natal (RN), Palmas (TO), Região de Saúde Central do DF (plano piloto de Brasília e arredores), Rio de Janeiro (RJ), São Luís (MA), São Paulo (SP), e Vitória (ES) também tendem a assistir a uma escalada no longo prazo, mas com menor probabilidade. O boletim a Fiocruz também indica quais macrorregiões de saúde de Minas Gerais estão sob mais risco no longo prazo.

O maior perigo é nas macrorregiões Jequitinhonha, Nordeste, Oeste e Sudeste, enquanto as regiões Centro (onde está a capital) e Leste também tendem à alta, mas com menor intensidade. Pelos parâmetros do programa Minas Consciente, essas regiões estão no nível verde, exceto a Leste (vermelho), Sudeste e Nordeste (amarelo).

A Fiocruz alerta que Minas Gerais é um dos seis estados que assiste a um aumento das mortes por Covid-19. Segundo termômetro desenvolvido por O Tempo, o estado registra 9.948 óbitos e tendência de alta. Os dados da Fiocruz sobre SRAG consideram as pessoas que necessitaram de atendimento médico devido a sintomas característicos da Covid-19, fora aquelas que podem ser assintomáticas ou não chegaram a procurar hospitais. 

Texto: Antônio Anderson (com informações de O Tempo)

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